Muitos dos dilemas sociais contemporâneos surgem da confusão entre valores subjetivos e leis éticas objetivas. É comum ouvirmos que o 'certo' e o 'errado' são subprodutos da cultura ou da criação. No entanto, essa visão relativista é o que permitiu que atrocidades históricas, como o nacional-socialismo, florescessem sob o manto da 'moralidade social'.
Ao contrário do que se pensa, o horror de sistemas totalitários não foi apenas uma 'doutrinação diferente', mas uma revolta contra a natureza da ação humana e da propriedade. Quando renunciamos à lógica em favor do coletivismo, permitimos que líderes manipulem a percepção da realidade. Mas a verdade permanece: a agressão contra o indivíduo é uma contradição performativa. Quem argumenta contra a liberdade precisa da própria liberdade de expressão para fazê-lo.
O progresso real não vem da substituição de uma doutrina por outra, mas do reconhecimento de que a Propriedade Privada é o único critério ético capaz de permitir a coexistência pacífica em um mundo de recursos escassos. Ser livre não é uma escolha cultural; é o exercício pleno da razão sobre os instintos de rebanho que o Estado tenta fomentar

Redes Sociais